quarta-feira, 26 de outubro de 2011

as maravilhas do papel craft

hoje eu resolvi testar as dobraduras com papel craft. e gostei muito. fica com um acabamento muito bom e os amassadinhos acidentais quase não aparecem.



o livro ali atrás é o livro que eu tinha falado num outro post: "techniques de pliage pour les designers" no original inglês "folding techniques for designers" do paul jackson - um livro muito legal que ensina a fazer um monte de coisas interessantes.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

os pássaros queridos de abigail brown

abigail cresceu junto aos inúmeros retalhos de sua avó e com afinidade pelos tecidos desde pequena, nada mais natural para ela do que trabalhar fazendo uso deles. e hoje ela é uma colecionadora compulsiva: usados, novos, antigos, um pijama velho ou uma cortina dos anos 70. tecidos de todos os tipos se reúnem para ganhar nova vida no trabalho de abigail. 
cada peça é única e feita à mão por ela mesma em seu ateliê. peças confeccionadas com carinho e atenção aos mínimos detalhes. 
quando a gente vê as imagens, percebe que não podia ser diferente. 
 ♥









Novum Magazine Cover


a revista alemã Novum contratou a Paperlux para produzir a capa de sua última edição. Os designers Carolin e Max Kuehne Rauen se inspiraram nas idéias e projetos de Richard Buckminster Fuller e criaram uma capa com 1000 triângulos coloridos e facetados que podem ser dobrados ao longo de linhas. 
o processo e o resultado podem ser vistos neste videozinho simpático aqui:







quinta-feira, 8 de setembro de 2011

The Emperor's Castle

há algum tempo o diego me mostrou esse trabalho de conclusão de curso da Bartlett School of Architecture e achei demais ver o que pode ser feito e ver que um trabalho de arquitetura pode ir muito além das nossas espectativas. é um pouco frustrante ver o quanto ainda estamos engatinhando nesse aspecto, pelo menos na nossa escola. o que vemos sempre é aquela enxurrada de trabalhos genéricos e que poderiam ter sido feitos por qualquer pessoa. falta paixão pelo o que se está fazendo. se faz porque tem de ser feito. e o que resulta disso é um monte de trabalho sem personalidade e sem expressividade. mas enfim.

o trabalho realizado por Thomas Hillier é uma narrativa materializada em um livro ilustrado com delicadas colagens e recortes feitos à mão e um modelo da arquitetura e paisagem da história. seu trabalho 'O Castelo do Imperador' foi inspirado no trabalho do ilustrador japonês Hiroshigue'The Imperor's Castle' tem sua origem num antigo conto mítico criado por Ukio-e e Ando Hiroshige. Esse conto conta a história de dois amantes, a princesa da tecelagem e um vaqueiro, que foram separados pelo pai da princesa, o Imperador. as personagens foram substituídas por metáforas arquitetônicas criando um teatro urbano nos recistos do Palácio Imperial no centro de Tóquio.
 



terça-feira, 6 de setembro de 2011

fiquei ontem e hoje arrumando os posts do blog. quer dizer, eu sem querer deletei o álbum do picasa que tinha toooodas as imagens do blog. e sem imagem, esse blog perde a razão de ser pois ele sempre foi como um arquivo de imagens pra mim. daí fiquei arrumando. os posts com imagens da web, eu estou colocando. os posts com fotos minhas continuam sem fotos pois meu computador está incapacitado há dias.
cheguei a pensar em deletar tudo e quiçá fazer outro blog. ou não ter nenhum. pois estou meio de saco cheio de tudo. ficar sem computador por muito tempo acostuma e eu acho que pro bem. estou amando não ver as bobagens de ninguém. amando não ficar caçando coisa pra ver. e hoje arrumando o blog eu vi muito disso. como eu caçava coisa pra por. gratuitamente. estou cansada dessas coisas, de gratuidade. arrumei porque é chato ver o blog assim cheio de quadrado preto de imagem indisponível.
e gosto de ver a mudança da gente gravada em algum lugar. não deleto não. mesmo que a gente ache tolo e inútil, é a gente. a construção do que a gente é no presente. por isso não deleto. igual ao fotolog dos tempos de adolescente. é tolisse pura, mas era eu. igual alguns posts antigos. é tolisse pura, mas era eu.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Ontem assisti pela segunda vez o filme do Wim Wenders sobre o Yohji Yamamoto, Notebook on cities and clothes, de 1989. Mas a primeira vez foi vazia eu acho. Parecia que eu estava diante de algo que eu deveria ou queria compreender e absorver, mas não absorvi. Não é nada sério também. Mas dessa vez me identifiquei muito com várias coisas. Assisti ao filme de um jeito que só posso assistir sozinha, em alguma madrugada.

cena do filme - yohji em seu atelier
Existem coisas, conceitos, mensagens, que chegam num momento da sua vida em que você não pode captá-los, não pode identificá-los como parte de você mesmo.
Não sei o que eu de fato 'apreendi' desse filme. Mas sei que algumas coisas ganharam significado pra mim. Ou ele foi falando coisas no filme que estão fazendo muito sentido pra mim no momento. É como se ele falasse por mim.
Gostei de como ele fala sobre a importância que o material tem no trabalho dele, o toque do tecido e como "fazer roupa sempre implica em pensar em gente".
Para ele, primeiro vem a matéria prima, depois a forma. "O que sustenta o quê?" "talvez as formas exijam um certo material ou certos materiais exijam uma forma adequada." 

cena do filme - yohji no ensaio de um de seus desfiles em Paris
 Fiquei pensando em como essa dualidade 'forma-material' também é presente o tempo todo na arquitetura e principalmente em como 'fazer' uma arquitetura demanda que se pense sobretudo em 'gente'.
 Me identifiquei muito também quando ele falou "eu só estava interessado em fazer algo à mão. É tão legal se concentrar em algo e esquecer o passar do tempo".
Pois este tem sido um ponto-chave para mim no momento, em que eu tento entender minhas referências e processos que me impulsionaram nesse tempo todo no curso de arquitetura. E eu sinto cada vez mais que o 'tátil' me faz muita falta e eu acabo tendo que ir buscar isso em outros lugares.

uma das dobraduras que eu tenho feito repetidamente
E nesse sentido, outra coisa que gostei foi como Yohji falou do tempo. "Quando eu era jovem, isto é, há 20 anos, eu achava que, se pudesse desenhar o tempo,... Porque gosto de roupas de segunda mão, coisas usadas, velhas. E quando você quer algo que tenha realmente este toque, precisa esperar dez anos para que o envelhecimento chegue. Isso significa tempo. Você está desenhando o tempo. Eu ficava pensando nisso: se eu pudesse desenhar o tempo seria muito legal." 
Mas sabe, o que eu gostei mais, foi quando ele fala sobre um livro em que ele fica olhando fotos antigas de pessoas, observando tudo. Não só suas roupas, tudo. E ele diz que o que ele gosta nessas fotografias antigas é que são "pessoas de verdade vestindo a realidade, não roupas, mas sim a realidade". 
cena do filme - um dos livros de fotografias antigas de yohji
E ele continua falando sobre sua idéia de roupas, e fiquei muito feliz e certamente aliviada em poder ter traduzido assim, um sentimento que eu tenho sobre isso. "...porque as pessoas não consomem a roupa, elas podem viver com aquela roupa. Isso significa pra mim: 'que eu quero fazer algo assim'. Por exemplo, no início do século 19, se você tivesse nascido num país pobre, o inverno seria rigoroso para você, seria muito frio. Então, você precisaria usar roupas de verdade. Não são roupas da moda. O casaco é tão lindo, porque você sente tanto frio e não consegue viver sem aquele casaco, por exemplo. Ele parece seu amigo, ele parece sua família. E eu sinto muita inveja disso. Se as pessoas pudessem usar minhas roupas desse jeito eu ficaria tão feliz porque...Por exemplo, quando uma roupa, um vestido, um paletó, um casaco, por si só, jogada no chão ou pendurada permite que você reconheça 'este é John' ou 'este é Tommy'... Aquela roupa é você. E nesta época moderna, por exemplo, no Japão, todas as pessoas se consideram muito ricas. Então acham que podem consumir tudo. Elas acham que consomem até sua própria vida. Elas consomem tudo. E não entendem o significado dos objetos, de uma pedra, de uma árvore, das coisas, de tudo. Elas acham que podem comprar tudo. E isso é muito triste. Então eu fico muito feliz de voltar a essas fotografias da época em que as pessoas não podiam comprar nada, quando elas eram forçadas a viver com coisas muito simples."
cena do filme - yohji em sua loja em Tóquio
Mais cedo este ano, tive uma experiência muito interessante, diria até edificante na semana de moda de Paris. Eu senti algo parecido com isso e nunca pude explicar pra ninguém. Eu tentei explicar, mas não conseguia. Eu fiquei feliz em ver traduzido assim, sem querer, uma fagulha de sentimento que eu não sabia explicar. Estava muito frio. E as pessoas estavam com frio. Elas vestiam algo que não era real. Aquilo não fazia sentido pra mim. Elas eram uma foto, uma imagem. Elas não vestiam realidade. E ter essas palavras 'realidade' e 'verdade' para expressar isso, caíram como uma luva.
Acho interessante o quanto as experiências determinam o entendimento de uma coisa em um dado momento, num determinado contexto. Em tudo que vemos, ouvimos, fazemos associações com o que sabemos e vivemos. 
E isso me lembra algo que ele fala no final do filme. 
"Não estou interessado no futuro. Não acredito nele. Não confio no futuro. Não acredito nem em mim mesmo amanhã ou depois de amanhã. Eu me conheço no presente, arrastando o passado. É tudo que sei. É tudo que eu entendo. Melhor dizendo, as pessoas estão ao lado de uma janela entre o passado e o futuro, mantendo-se em equilíbrio."





*fonte das imagens:
http://skelemitz.wordpress.com/2010/07/31/notebook-on-cities-and-clothes-1989-wim-wenders/
 

terça-feira, 2 de agosto de 2011

amarelo e névoa

fazia tempo que eu não olhava o fashion gone rogue. estava um pouco cansada. ainda estou. e acho que não me livrarei desse cansaço especificamente. mas existem alguns editoriais aqui e ali que às vezes fazem a visita ao site valer a pena. 
não foi a primeira vez que as fotos do fotógrafo norueguês Sølve Sundsbø me chamaram a atenção e hoje fiquei olhando no site apenas trabalhos dele.
e encontrei este para a vogue italia de fevereiro deste ano.
gosto muito do amarelado e dessa névoa que envolve as imagens sutilmente, remetendo à uma atmosfera de sonho ou de conto de fadas. gosto disso. :)






quinta-feira, 21 de julho de 2011


foi com pic nic e fogos que paris nos disse 'au revoir'. 

paris nos tratou muito bem.
vou sentir saudades.
espero poder retornar num futuro bem próximo. 


quarta-feira, 29 de junho de 2011

dobraduras




algumas das dobraduras que fui aprendendo passo a passo neste livro aqui.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

pensamentos no papel

papel artefacto
depois que eu li no blog do nimbu um post sobre '30 maneiras de se manter criativo', me senti bem inspirada a fazer pelo menos alguns itens dali e resolvi carregar por aí um caderninho no qual eu havia me proposto desenhar enquanto estivesse aqui com bastante tempo livre, mas que na verdade eu usei poucas vezes.
bom, o que interessa é que eu me forcei a tentar desenhar mesmo sendo péssima nisso, escrevi idéias que me vinham à cabeça, alguns pensamentos e 'insights'. achei bem interessante e de fato colocar as coisas no papel  faz com que a gente veja conexões entre as coisas que pensamos e essa linha de pensamento pode ajudar muito.
também quando eu vim pra cá, pensei que seria o tempo perfeito pra que eu pudesse pensar no meu tcc de alguma forma. pensei pouco. nunca escrevi sobre ele aqui. nunca pensei em nada muito concreto, mas gostaria de transcrever aqui uma página do meu caderno sobre algumas coisas.
a título de catalogação de idéias mesmo. aí vai:



"tcc.pensamentos: uma das palavras-chave que me ocorreu há algum tempo atrás foi 'pele'. Isso foi depois de ir na instalação do Anish Kapoor e o Jean Nouvel mencionar a palavra 'pele'.
Tentei achar alguma coisa escrita sobre esse conceito na internet, mas não tive sucesso. Já a outra palavra-chave 'dobra', foi mais fácil.
No ônibus para o aeroporto comecei a pensar sobre as coisas que eu queria fazer. Sempre teve esse negócio da roupa, das dobraduras em papel e eu queria que de alguma forma essas duas coisas se ligassem com a arquitetura. Eu gostaria de produzir algo 'arquitetônico' no meu trabalho, afinal é uma escola de arquitetura.
Mas estes são só os produtos. O Diego sempre me alertou para o fato de que eu precisava de algum 'porque', algum conceito que justificasse a validade desse meu produto final. Foi assim que eu cheguei nas palavras 'dobra' e 'pele'.
E agora no ônibus lembrei que 'pele' sempre esteve presente na obra do Hundertwasser. Nem me lembro mais como escreve. Mas sei que era um dos conceitos-chave dele. A nossa pele, o nosso corpo como a primeira pele, a roupa como segunda pele e a casa como terceira pele. 
Lembro que na segunda fase, em 2007(!), eu fiquei fascinada com as coisas dele, tive que estudá-lo para um trabalho e fiquei realmente atraída por esses conceitos. Principalmente o das roupas. Ele mesmo fazia suas próprias roupas à mão. Nessa época, eu resolvi que ia fazer coisas assim também, mas o máximo que produzi foi uma bolsa toda feita a mão, singular na sua imperfeição. Ela era toda torta e feia, mas eu realmente a usava.
Talvez o fato da 'vaquinha' do Diego (de novo) ter como tema/inspiração o próprio Hundertwasser, tenha refrescado a minha memória. Mas só liguei os pontos agora. 
Chegando em Paris vou procurar mais sobre esses conceitos que podem ser a cola que estava faltando. Aeroporto Praga - 20.06.2011"




quarta-feira, 22 de junho de 2011

czech cubism


eu nunca tinha ouvido falar do cubismo tcheco. foi na nossa rápida viagem à Praga (ô cidade bonita, by the way), mais especificamente no museu de artes decorativas, que fiquei sabendo da existência desse 'movimento' da arquitetura, escultura e artes decorativas. 
escrevi um breve texto sobre o movimento lá no blog do nimbu, onde tem mais algumas informações e imagens. 

domingo, 22 de maio de 2011

o Leviathan de Anish Kapoor

todo ano, o programa MONUMENTA, convida um artista de renome internacional para ocupar os 13500 m² e 35m de altura da nave do Grand Palais em Paris, com uma obra inédita construída exclusivamente para o local. este ano foi a vez de Anish Kapoor ocupar a nave com seu Leviathan. 






quando a gente chega lá, a gente fica meio assim sabe. não se sabe se é a forma, o tamanho ou o que. mas a gente fica meio bobo. é como a gente se sente diante das coisas grandiosas, como quando você se dá conta do infinito do horizonte ou do grande vazio do espaço, sei lá. haha
acho que é a escala. parece que o leviathan está te engolindo de alguma forma.






 e a gente pode entrar. e por dentro é ainda mais estranho. quando você entra e sente a diferença de pressão ali dentro e de repente dá de cara com isso, você fica meio sem reação. a primeira coisa que eu fiz, foi sentar no chão. haha


o mais legal é que a cada instante a percepção do ambiente muda, quando entramos, estava bem escuro mas logo os olhos vão se acostumando. daí quando uma nuvem se move e o sol aparece, muda tudo. a gente consegue ver a estrutura metálica do grand palais ali de dentro. e ela muda completamente. conforme as nuvens se acomodam, aos pouquinhos ela vai sumindo de novo, como se fosse uma projeção. não parece se tratar de luz do sol, ou nada que a gente conheça. 


como parte da programação, nesse dia teve um encontro do Anish Kapoor com o arquiteto Jean Nouvel. foi bem legal ver os dois falando sobre o leviathan e fazendo vez ou outra alguma comparação com a arquitetura. 

achei bem legal quando o Jean Nouvel falou que numa época em que muitos artistas criam suas obras para os museus, assim como muitos arquitetos concebem seus prédios antes de pensar no lugar em que vão se inserir, a obra de Anish Kapoor tem especificamente essa relação, da interferência entre a obra produzida e o lugar. e acho que essa obra não poderia se relacionar mais com o local em que foi inserida. 

segunda-feira, 16 de maio de 2011

mobile art no istituto mundo árabe

este sábado foi a noite dos museus aqui em paris. esta é uma noite em que vários museus da cidade têm entrada gratuita e ficam abertos até 1h da manhã. como o tempo passa rápido demais e as filas eram um pouco desanimadoras, fomos somente no Instituto Mundo Árabe, um lugar que queria muito conhecer e que está abrigando uma exposição da arquiteta Zaha Hadid.
sinceramente, eu não sabia o que esperar, pois só tinha visto cartazes no metrô e não tinha olhado em nenhum site pra ver do que se tratava. chegando lá, encontramos o Mobile Art.

sobre o Mobile Art, escrevi um post lá no blog do nimbu. pra ler, é só clicar aqui.

terça-feira, 3 de maio de 2011

nó na orelha

há um mês atrás, eu conheci essa música. fiquei ouvindo até enjoar. não enjoou. e semana passada o cd inteiro ficou disponível pra download. estou ouvindo até enjoar. ainda não enjoou.
sabe quando você ouve um cd e não tem vontade de passar nenhuma música pra frente? então. assim é o 'nó na orelha'.


download disponível no aqui.

domingo, 1 de maio de 2011

a hora e a vez

hoje como sempre eu estava dando uma olhada nas notícias e vi uma chamada 'o rap rouba a cena', cliquei e era um post, no blog da folha 'última moda'.
fiquei contente. parece que o negócio tá mudando no brasil. sempre vi que em cidades grandes como são paulo, o hip hop já era mais incorporado de um modo geral, mas ainda era mais difícil. as pessoas sempre  têm um pé atrás (e isso incluía eu).
música boa é música boa e as pessoas parecem não saber fazer essa distinção. parece que se você gosta de um estilo 'b', não pode gostar de 'a'. que coisa mais adolescente, sabe? 
neste tempo em que estou aqui fora deu pra ver que o hip hop é muito mais incorporado. toca nas lojas de departamento, toca nos brechós, toca nas ruas. ele toca por tudo e junto com outras coisas boas. é normal gostar de hip hop. é 'cool'.
no brasil ele ainda não está 'cool'. mas está ficando. e isso é bom, pois assim há a possibilidade de música boa ganhar espaço. e as pessoas reclamam quando uma coisa boa fica 'pop', mas é ótimo. assim mais gente tem possibilidade de ter acesso a uma coisa boa e gostar dela. por conseqüência as pessoas vão ficando mais seletivas e o nossos ouvidos têm direito uma vida mais digna. haha
achei ótimo saber que o 'rua augusta' do emicida tá no top10 mtv. a juventude tem jeito, afinal! hahaha
e é música de qualidade, não é estereotipada, vitimizada. ela tem batida boa, ela fala de temas sérios e de outros nem tanto, o que é bom também.
não é aquela coisa americana 'mulher-gostosa-tenho-carrão-bunda-baseado-anel-de-diamante' que a gente costumava ver sempre. o que está sendo feito é mais original. e isso é o mais legal. 
a produção dos clipes também. eles estão sendo bem feitos. o pessoal se tocou que precisa incorporar as mudanças e as coisas boas do 'universo pop', fazer parcerias, se atualizar. 
é isso. que venha mais boa música.




sábado, 30 de abril de 2011