segunda-feira, 16 de novembro de 2009

coleção#2 ladrilho hidráulico







São tão bonitos. =)

Achei esses aqui. (Preguiça de colocar fonte das coisas. No post de baixo eu deixei sem. Paciência.)

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

coleção#1 fractais de todo gênero






Estou fazendo coleção. Felizmente a Erica já contribuiu com mais de 200 imagens (ah, sei lá, estou chutando).
=)

Mas ó, estou começando a enjoar. Não, não estou não. haha

Será que não dá pra fazer isso com os livros ridículos-porém-baratos da martins claret?

Projetos possíveis para as férias:
  1. Encapar os livros ridículos-porém-baratos da martins claret.
  2. ... (vão aparecer mais)
*imagem: ffffound.

sábado, 17 de outubro de 2009

references





1. Spertus Institute - Krueck+Sexton
2. The T-Shirt Issue
3. Sol Lewitt - Lines from the midpoins of lines, 1975
4. Jerzy Goliszewski - Prace Przestrenne, 2009
5. Carlo Bernardine - Spazi Permeabili, 2002

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Possibilidade

A possibilidade de se fazer as coisas é tão infinita. É só fazer.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Ás vezes eu perco meu precioso tempo procrastinando. Hoje estou procrastinando porque nao quero ler sobre o ideal de beleza de Platão, Sócrates e etc. E decidi que não vou ler não. Preguiça de viver.
Procrastinei agora lendo meu blog de adolescente. Ás vezes eu perco meu tempo fazendo isso. Me bate uma nostalgia, mas não positiva. Tenho preguiça dos fatos que eu tentava expor por meio de metáforas, meias palavras e etc.
Mas tem algo nesses posts que me impressionam. Eu escrevia de uma maneira solta, sem pretensão nenhuma. Era viceral. Eu escrevia o que eu sentia. Escrevia e descrevia os sentimentos com palavras que se hoje eu tentasse escrever, nao conseguiria. Tem um post que achei impressionante: eu descrevo um sonho que eu tive. E ler aquilo me deu arrepios. Descrevi tudo tão bem, me lembrei do sonho e não sei porque achava que ele tinha sido sonhado a menos tempo. As coisas passaram muito rápido. Eu achava que os anos iam demorar demais pra passar. Eu não tinha a mínima noção. Não tinha noção de que as coisas passam, não tinha noção da falta que eu sentiria da minha familia, não sabia que eu ia morar longe. A gente não sabe o que nos espera, nunca. O post tomou outro rumo. Nem era isso que eu queria tentar escrever. E é bem isso que me incomoda. Eu não sei mais escrever daquela maneira, solta, verdadeira, com inspiração. Por outro lado, eu não tenho nenhum problema real na minha vida atual. Tudo está bom. Sem dramas. Desde aquela época eu não tive nenhum drama. A não ser saudade. Mas saudade é um sentimento que eu consigo lidar bem. Não me tira do meu equilíbrio. Será que nessa vida as coisas precisam estar ruins pra gente ter um 'ato criador', nos sentir inspirado, escrever/fazer coisas de um modo diferente?
Sabe? Agora que eu escrevi isso aí em cima, eu percebo que não. Ultimamente tenho me sentido muito inspirada com uma porção de coisas. Tenho pensado e visto muita coisa diferente. Sei que eu estou acumulando material pra mim. E não preciso afirmar nada pra ninguém.
Bom, eu só queria escrever sobre como eu fiquei estarrecida com o que eu estava lendo. Parecia uma coisa extra-corpórea, que não fui eu que escrevi. E de fato não foi.
Acho chato só que hoje eu sou assim: dura pra escrever. Escrevo, apago. Se escrevo e posto, fico olhando aquele post cretino e acabo ou deletando (deletei um blog todo nas férias), ou fazendo edições nos post. Creio que com a idade o senso crítico ou auto-crítico da gente tende a aumentar. Ou não, né? Isso não é uma regra. Não sei se isso é bom ou ruim. Não queria ser tão travada e confiar mais em deixar expressa minha opinião. Antes eu não tinha problemas. Naqueles posts eu falava tudo o que eu queria, falava sobre besteiras e coisas 'sérias' e não ligava. E as coisas não são sérias na verdade. Tudo que está escrito aqui não é pra ser sério. É só pra ser.
Enfim, estou cansada. Acho que 'superei' o que eu estava sentindo. haha e não era nada demais.
Vou ler. Tchau.

ps. e não vou reler o post. (mentira, vou sim. quem eu quero enganar?)

sábado, 29 de agosto de 2009

O que você faz o dia inteiro?

'Nada. Ando bastante, porque se tem compromissos... na realidade, nao fiz nada de importante depois que cheguei. Além do mais, quando venho a Paris é com a ideia de descansar. Descansar de nada, pois sempre se está cansado, até mesmo de viver.'

Duchamp em 1966.

domingo, 23 de agosto de 2009

Nota pessoal

Quando quiser ficar em casa, fique em casa. Sair é sempre bobagem (e dá dor no joelho).

(e ressaca).

sábado, 22 de agosto de 2009

Minha mãe trouxe bolacha maizena pra mim, mas eu so gosto mesmo da maizena da tostines. Masss resolvi gostar dela. Mas só porque a embalagem foi a Lígia Pape que fez. E até que é boazinha a bolacha.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Acho que enjooei da musiquinha. Na verdade, acho até muito chata. =| Gruda na cabeça.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Estou ouvindo o album da Scarlett denovo. Fazia tempo que tinha ouvido sem dar muita atenção, daí o Marlon veio aqui e tinha no ipod dele. haha Fiquei com vontade de ouvir. E olha, como cantora, a Scarlett é uma brilhante atriz com peitos e boca. Mas até acho gostosinho de ficar ouvindo despretensiosamente, tirando umas bem chatinhas. Não é à toa que a voz dela sempre fica meio escondidinha... bem longe, coberta de batidinhas e efeitos. Nossa, na versão dela de 'green grass', a voz está bem bizarra. Sei lá. Um tom grave que não dava pra ser grave. Haha É ótimo quando um leigo tenta falar de música. Mas é essa a MINHA impressão.
Mas sabe? acho que é o que o tom que ela quis dar pro cd mesmo, se fosse tudo no tom de 'i wish i was in new orleans', em que a voz dela está bonitinha, delicadinha ia ficar um cd muito meiguinho, docinho. muito inho sei lá. Me parece não ser o que ela queria aqui.

* Prefiro 98574759038490 milhões de vezes a 'green grass' da Cibelle. (Olha, mesmo ficando pop, ela não tirou a versão dela de Green Grass, que é de 2006 acho, era uma das melhores mesmo, do disco, ouve lá..nossa que idiota, só tem um sample de 29 s! e até que tá interessante esse som novo dela aí, muito 'neotroplicália-antropofágico' haha, mas interessante. (*ela usa a expressão 'abravanar'! pasmei.)) - me alonguei demais no parênteses, sorry.

Bom, me deu vontade de escrever uma opinião aleatórea.

MAS OOOOLHA!

Digitei Scarlett my space no google pra ver se colocava algum link aqui, e olha o que eu achei:
(clica na imagem pra ver/ouvir)



Então, é por aí mesmo, querida, acertou. Achei bem agradavel, a voz está bem melhor e o clima é bom. eu gosto desse tipinho de música. (diminutivos, diminutivos) Ouviria mais se tivesse. O album sai em setembro agora. Legal. Vou baixar.

Wikipedia says: Yorn said that the concept for the album was realised in a dream he had. The project was inspired by Serge Gainsbourg's 1967 and 1968 albums with Brigitte Bardot.

Nunca tinha ouvido falar do tal. Alguém já? Só sei que o nome dele me lembrou Peter, Bjorn and John. haha até fui ver se tinha relação, mas não. Fui olhar o myspace dele. Nah, não é meu tipo. fiquei passando pra frente pra ver se melhoravam, mas não.

Ai, cansei.
Até.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Quando eu estudava no poliedro, nos meus 15 ou 16 anos não muito distantes, ia no intervalo das aulas passar um tempo no delightful shopping colinas e lá eu ia na livraria. Eu sempre ficava de olho em um livro chamado 'Elogio ao Ócio'. Achava interessante, mas nunca comprei ou me lembrei de procurar por ele. Devido a motivos que eu tenho preguiça de explanar, lembrei que ele existia e fui na biblioteca da ufsc procurar por ele. Ainda bem que não li antes. Acho que agora vai ser mais propício.
Comecei a ler hoje de manhã. Foi demais fazer isso. Acordei umas 10h, preparei um café, voltei pra cama e li até quase meio dia. Li também 1984. (É, vou tentar ler duas coisas ao mesmo tempo, espero não abandonar nenhum no meio, como faço normalmente. Nunca retomo.)
Como é de prache em blogs que possuem leitores, (o que não é o caso, mas vai assim mesmo)um trecho do primeiro ensaio do livro (que é constituído de vários ensaios da década de 1930):

'Há quem diga que o lazer só é prazeroso até certo ponto e que as pessoas não saberiam como preencher o seu dia se tivessem uma jornada de quatro horas. Considerar isto uma verdade no mundo moderno constitui uma condenação da nossa civilização. As coisas jamais foram assim. A antiga propensão para a despreocupação e o divertimento foi de certo modo inibida pela eficiencia. O homem moderno acha que qualquer atividade deve ser exercida em prol de outras coisas, nunca da coisa mesma.'

E ele termina o ensaio assim:

'
A boa índole é, de todas as qualidades, a que o mundo mais precisa, e boa índole é o resultado de segurança e bem-estar, não de uma vida de árdua luta. Os métodos modernos de produção nos deram a possibilidade de bem-estar e segurança para todos; escolhemos, ao invés disso, ter sobretrabalho para alguns e privação para outros. Ainda somos tão energéticos quanto éramos antes do surgimento das máquinas; neste aspecto temos sido tolos, mas não há razão para continuarmos sendo tolos para sempre. '

Achei bem divertidinho. Só li o prefácio e esse primeiro ensaio até agora. Mas é fato que são coisas meio utópicas que ele defende, porém, coerentes. Ele diz muito sobre uma 'atitude mental contemplativa', que na minha opinião, se acolhida pelos seres humanos e aplicada em todas suas ações, seria a solução de tudo ou quase tudo nesse mundo.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Alguns dias depois...

não sei como eu tenho coragem de estar aqui escrevendo em vez de estar prostrada na cama aproveitando as duas horas de sono que eu tenho essa tarde.
por mais que a gente fique uma noite inteira trabalhando sem parar, não acaba!
espero ainda hoje terminarmos com tudo!
ai chega, tchau. beijo.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

óóóóhn!




Não é a coisinha mais fofinha? haha Eu acho. Esse é o volume na 1:250 da nossa casinha de Projeto IV, de papel paraná, meu querido papel paraná que eu pintei de branco pq me deu vontade. Daí agora que a gente plotou a implantação do entorno, fica mais fácil decidir a implantação da casinha nos respectivos terrenos só mexendo com essa belezinha.
Na verdade eu gosto de fazer essas coisinhas pequenininhas em vez de fazer Sketch Up ou Cad. haha Enquanto puder, estou me safando. haha

quarta-feira, 20 de maio de 2009

E as coisas estão tranquilamente estranhas. Esperava a correria usual. Estou esperando ela chegar sorrateira, sorrateira de uma hora pra outra.

Tá. Então...
Enquanto isso, as coisas vão andando devagar. Tanto no Concurso de Pré-Fabricados, como em Projeto. Mas estão andando. Os dois se tratam de habitações, só que no da disciplina de Projeto é uma residência unifamiliar e o outro a gente vai trabalhar com multifamiliares.
O processo criativo dos dois tem sido parecido: por meio de cubinhos, no caso de Projeto e de uma forma em L em isopor, no caso dos pré-fabicados. Esse último nem começou ainda mas foi interessante hoje brincar com as formas. Saíram coisas meio aleatórias, mas bem legais. Nada como o bom e velho isopor pra gente começar com alguma coisa mais tátil e que deixa mais fácil pra se trabalhar e evoluir idéias.

Isso foi hoje. Estudando volumetrias.

E isso foi como começou projeto. Já não tem nada a ver com o que a gente tem agora mas será legal ver a diferença quando chegarmos no final.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Costa da Lagoa

No final de semana passado, eu e meu grupo de Urbanismo III, meus queridos Vini e Karine, fomos visitar nossa área de estudo (o Romullo foi à tiracolo, pois queria conhecer o lugar). Nunca tinha ido até a Costa da Lagoa, então a decisão de fazer a disciplina por lá não foi minha, mas me interessei logo quando me contaram do que se tratava. Parecia realmente algo muito interessante e peculiar.
Só se chega até às centralidades da Costa por uma trilha, ou de barco. Optamos por fazer a viagem de barco que durou cerca de uma hora. Então imaginem ir pela trilha. Não, ainda não.
Pois bem, descemos por um dos inúmeros trapiches que existem ao longo da Costa, que funcionam como pontos em que o barco passa de hora em hora, e fomos em direção a algum dos muitos restaurantes que existem por ali. Mas paramos um pouco longe pra podermos caminhar e conhecer melhor o lugar.
O que achei mais peculiar foi que ali não existe nenhuma divisão formal de lote ou terras. Os fundos das casinhas, dos restaurantes, dão todos para uma mesma área comum onde a gente encontra a louça do restaurante secando, o varal das casas e pessoas que se encontram ali e ficam conversando.
Demos muita sorte de encontrarmos o Evandro, que estava levando a vó dele numa cadeira de rodas pela trilha em direção ao mar pra ela passear um pouquinho. Os meninos foram ajudar ele com a cadeira e acabamos parando pra conversar com ele numa dessas áreas comuns das quais falei antes.
Ele nos deu várias informações sobre a Costa, além de dar sua visão pessoal de lá. Disse o por que de ter ido embora, quais os problemas que na opinião dele eram principais ali, o que a gente achou muito útil pois já nos deu várias diretrizes para intervir na área.
O que foi extremamente legal foi que enquanto conversávamos ali com ele, foram chegando essas mulheres (todas vinham falar com a vó do Evandro - que eu esqueci o nome - perguntar como estava e tals, essas coisas de vizinhança), super receptivas, entrando no papo, dando também sua opinião das coisas, falando com a gente com uma naturalidade tão grande, como se a gente nem fosse de fora-com-cara-de-turista-com-máquina-fotográfica. Achei super demais. Com certeza essa experiência já contribuiu com o trabalho que mal começou.
Depois disso, andamos mais um pouco, vimos coisas bem legais enquanto eu arfava trilha adentro. hahaha Bom, o que não dá pra detalhar muito por aqui mesmo porque ainda vamos fazer uma análise detalhada disso, é que não existe um tipo só de ocupação na Costa. Esse tipo de centralidade formada por uma população nativa a qual nós vamos focar, não é exclusiva Existe uma ocupação intensa de uma camada de alta renda que vem de fora e que está se tornando cada vez maior. MASSSS isso vamos focar no trabalho, né? Ele está engatinhando ainda.
Então, aqui vão umas fotos de uma daquelas áreas comuns e de encontro, entre casas e restaurantes que achei bem legais:
Adorei essa bagunça organizada da última foto. Várias caixinhas coloridas com garrafas dentro. Bem legal. E o gatinho bem lindo que estava ali escalando as coisas ao fugir da gente. haha A única caixa que era meio nojenta era a branca ali, cheio de restos de siri. argh.
Enfim, é isso por enquanto.


quarta-feira, 8 de abril de 2009

Pessoas extremamente indignas

Pessoas idiotas e indignas grifam os livros de biblioteca, que são de acesso de todos os estudantes de todas gerações, a lápis e não apagam depois. Porém, existe coisa pior: as que grifam de canetinha!
Fiquei tão indignada que tirei fotos do livrinho que estava lendo e não pude expressar antes minha indignação porque não tinha um cabo(agora a Karine me emprestou e eu posso postar o que eu quiser haha).



Não é um absurdo? As coisas a lápis eu apaguei tudo, folha por folha. haha Fiquei cheia de coisinha de borracha mas valeu a pena. Acho que me desconcentra e irrita ver o que a pessoa achou super importante e ressaltou com um asterisco, ou com um círculo, ou com um grifo! Pô, eu quero ter a MINHA leitura. Ver o que EU achei importante. hahaha
Reparem que a pessoa não se contentou em grifar de canetinha e teve a indignidade de pintar os vazios das letrinhas! Aposto que estava lendo, o telefone tocou e ela ficou conversando e pintando!

Pronto. Desabafei.
Obrigada.